quinta-feira, 19 de outubro de 2017

RESENHA: Jogos Matemáticos


            LARISSA RODRIGUES

     O artigo cientifico intitulado de “O trabalho com espaço e forma na educação infantil: Experiências em colaboração” De autoria de Karina Luiza da Silva Fernandes, Maria Auxiliadora Bueno Andrade Megid, Alessandra Rodrigues de Almeida, Gislaine Cristina Bonalumi Ferreira, para Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, Campinas-SP, Brasil, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUC-Campinas, Campinas-SP, Brail, Trata-se da prática de um trabalho com um quebra cabeças, chamado “MELI-MELÔ” em duas turmas de educação Infantil, localizades em escolas do Estado de São Paulo. As seguintes propostas foram feitas em crianças a partir de dois anos e meio e até cinco anos de idade. O objetivo central, era a desenvoltura da capacidade espacial e geométrica da criança.
Karina Luiza, Licenciada em Pedagogia. Atuante da área em Campinas-SP. Maria Auxiliadora, Professora da PUC Campinas –SP atuante na licenciatura e pós graduação em educação na linha de pesquisa. Alessandra Rodrigues, Licenciada em Matemática, Doutora pelo programa de pós Graduação Multiunidades em Campinas. Gislaine Cristina, Licenciada em Pedagogia, atuando na área pública de Campinas-SP.
           Primeiro, uniu-se alunos de dois e três anos de idade, totalizando vinte e oito alunos, uma agente de educação e uma professora em sala de aula. O material foi confeccionado com papel cartão pela professora antes da aula começar, e entregue aos alunos para exploração antes da aprendizagem. Durante a semana, a professora desenvolveu atividades referentes ao material, dividindo-os da seguinte forma: Apresentação e dialogo/ Exploração livre em pequenos e grandes grupos/Observação e manipulação das peças/Conversa sobre o material /Descobriram o formato Trapezoidal. As crianças escolheram figuras pelas quais poderiam recobrir com o Meli-Melô, e também fizeram diversas sobreposições, como movimentos de rotação, translação e rotação com aspeças do jogo. E para a facilitação da manipulação de crianças menores, a professora também fez usando isopor para maior resistência.

              Já com o segundo grupo, apenas vinte e sete alunos de três à cinco anos de idade, onde apenas a professora realizou o trabalho pedagógico. Para o inicio das atividades, ela recortou alguns pedaços grandes e com cores diversas num papel cartão. Fixo-os na Lousa e guardou outros. Assim que os alunos entraram na sala, foram questionados sobre o que havia de diferente na sala de aula, e assim surgiu a roda de conversa sobre o Meli-Melô. As crianças puderam discutir quais as semelhanças e diferenças entre as peças que lhes foram apresentadas. Nomearam suas peças e aprenderam sobre o numero de lados que possuíam cada uma delas. A partir de então, começaram a manipular as outras peças, experimentando desenhos formados a partir de cada peça e suas sobreposições.
        O artigo é indicado para auxiliar gestores escolares, para estudantes de Pedagogia, Matemática, e todos os profissionais interessados.





REFERÊNCIAS:
ALMEIDA, A. R. et al. Discutindo a matemática em um grupo colaborativo: o caso GEProMAI. In: IX SEMINÁRIO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA PUC CAMPINAS “Educação Básica Brasileira: Contexto e Perspectiva”, 2014, Campinas. Anais do IX Seminário da Faculdade de Educação, 2014, p. 180-186
  
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RESENHA: Ensinar é Entender


            

                   LARISSA RODRIGUES

    O artigo cientifico intitulado de “Aprender e Ensinar Matemática na Educação Infantil e nos anos iniciais – O uso das novas tecnologias aplicadas ao ensino.” De autoria de Profª. Msc. Simone de Paula Rodrigues Moura e Profª Drª Arlete Mendes Silva, publicado nos ANAIS-seminário de pesquisa, pós graduação, Ensino e Extensão do CCSEH-SEPE- em 29/08/16 a 03/09/2016, trata de mostrar ao professor que o mesmo poderia ser experiente e condutor de várias formas diferentes em sala de aula, quando se trata de ensinar a matemática. Sendo assim, o professor seria capaz de visar e recriar tais maneiras a favor do projeto escolar em que vive.
    As Professoras Simone de Paula e Arlete Mendes, elaboraram juntamente tal estudo, em cerca de vinte dias. São orientadoras e acompanham diversos outros modos de abordagem de variados assuntos assimilados ao ensino, desde Matemática, que é o assunto do estudo em questão, como também muitos outros para pós Graduação e extensão .
       A obra trás como finalidade, trazer a matemática para explicar uma situação em que o aluno vive em seu dia a dia, propor novas ideias e tecnologias, e trazer melhoria para o sistema usado pelo professor. O professor trouxe aos alunos presentes, o encorajamento do trabalho cooperativo e a atenção ao outro, já que isso é de suma importância. Dando ao outro uma importância ao que diz, trazendo uma possibilidade de amplas soluções além da simples pensada, tendo atividades individuais ou em grupos.

    A bagagem de integração no SEE, favoreceu para que fosse possível fazer a reflexão e a pratica metodológica, que trás Gasparin, que tem uma metodologia muito rica em como aprender e como ensinar a Matemática. Trata-se de uma sequencia didática em um processo constituído por cinco etapas: Pratica Social Inicial, Problematização, Instrumentalização, Catarse, Prática social final. Para o autor, esse modo possibilita a pratica social final, que é quando o aluno mostra através de suas ações que o conteúdo é capaz de mudar sua existência.
    Era significativo que o aluno do curso, fosse capaz de trazer para seu cotidiano, atitudes aprofundadas, autônomas e capaz de fornecer novas posturas, na construção da formação social. Grande parte dos cursistas, atingiram o objetivo, conseguindo usar as novas tecnologias do ensino da matemática. As atividades eram complexas e sequenciadas, possibilitando aos cursistas, os desenvolvimentos necessários para atingir os conceitos que eram ensinados. Abrangendo suas ideias e traçando novos caminhos na educação.
    O artigo é indicado para auxiliar gestores escolares, para estudantes de Pedagogia, Matemática, e todos os profissionais interessados.

REFERÊNCIA:
MOURA, Simone de Paula Rodrigues, APRENDER E ENSINAR MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS ANOS INICIAIS – O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AO ENSINO. ANAIS - Seminário de Pesquisa, Pós-Graduação, Ensino e Extensão do CCSEH – SEPE O cenário econômico nacional e os desafios profissionais – 29/08/16 a 03/09/2016. 

RESENHA: O espaço como um sistema de oportunidades para experiências possíveis.

Elaine Nogueira.
              
       O artigo científico intitulado OS ESPAÇOS E MATERIAIS COMO ELEMENTOS FAVORECEDORES DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LÓGICO – MATEMÁTICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL de autoria de Mateus Lorenzon e Jacqueline Silva da Silva, publicado na revista Signos Ensino – Humanidades - 13/07/2017, trata da importância do espaço físico e como ele interfere no aprendizado da matemática no ensino infantil.

   Mateus Lorenzon é graduado em Pedagogia e Discente do Programa de Pós Graduação em Ensino no Centro Universitário UNIVATES; e Jacqueline Silva da Silva é Doutora em Educação pela UFRGS e Professora do Programa de Pós Graduação em Ensino da UNIVATES.
   O artigo apresenta uma pesquisa - ação desenvolvida em uma turma de Maternal de uma Escola Municipal de Educação Infantil localizada em Lajeado/ RS. A pesquisa analisa de que forma os espaços e materiais favorecem na construção do conhecimento lógicomatemático em crianças de 3 anos de idade.
   Delimitou-se um projeto de investigação-ação que buscava evidenciar as contribuições das intervenções no espaço para o desenvolvimento dos saberes logico-matemáticos das crianças. Os dados apresentados no decorrer do estudo foram obtidos por meio do uso de Diário de Aula, onde o docente realizava uma análise das práticas pedagógicas que realizava com as crianças e registrava episódios que acompanhava diariamente. Foi feito também registros fotográficos e filmagens das situações que foram transcritas para a análise.

    A partir desse acompanhamento evidenciou-se o modo pelo qual as crianças desenvolviam seus próprios pensamentos e o modo que os espaços e materiais influenciam na construção de seu conhecimento. Nesse contexto, pensa-se que o espaço oportunize a aprendizagem lógico-matemáticas das crianças desafiando-as a desenvolverem novas habilidades ou aprimorar as que já possuem.
   Esse sistema pedagógico é indicado para Docentes do ensino infantil e planejadores de espaços.







REFERÊNCIAS:
LORENZON , Mateus. SILVA, Jacqueline Silva da. OS ESPAÇOS E MATERIAIS COMO ELEMENTOS FAVORECEDORES DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LÓGICO-MATEMÁTICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL, Revista Signos, Lajeado, ano 38, n. 1, 2017. ISSN 1983-0378.
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RESENHA: O Conceito da Matemática no ensino Infantil.

              

                        ELAINE NOGUEIRA
             O artigo científico intitulado ‘’O ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: uma proposta de trabalho com a resolução de problemas", de autoria de Iracema Campos Cusati, publicado na revista online Educação e Fronteiras de maio a agosto de 2016, trata de uma proposta pedagógica para o ensino de matemática, na perspectiva da resolução de problemas desenvolvida na educação infantil. Iracema Campos Cusati é Mestre em educação pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e Doutora na área de Didáticas, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Faculdade de Educação da USP (2013). Atualmente é Professora do Colegiado de Matemática da Universidade de Pernambuco.
    A autora cita a forma com que a matemática está presente em todas as atividades do cotidiano do ser humano através de uma infinidade de informações veiculadas nos meios de comunicação e nas interlocuções diárias. O texto também discorre as etapas de como o conhecimento da matemática são construídos na escolaridade através do conceito de números, além das noções de grandezas e medidas, bem como o espaço e a forma. No desenvolvimento dessa investigação o artigo busca mostrar como são apresentadas as noções matemáticas aos alunos na educação infantil e como eles são levados a pensar nos conceitos matemáticos resolvendo os problemas através do desenvolvimento do pensamento lógico. A autora acredita que essa é uma estratégia didática importante e fundamental para o desenvolvimento intelectual do aluno e para o ensino da matemática.

    A metodologia adotada para o desenvolvimento desse trabalho foi uma pesquisa qualitativa e os resultados mostram que não se pode programar ou mecanizar o ensino da resolução de problemas e que a aprendizagem só será significativa se alunos e professores se empenharem na construção dos seus conhecimentos, despertando gosto pelo raciocínio independente.
   Refletir o ensino e a aprendizagem da matemática na escola é necessariamente identificar a aula como um espaço problematizado, no qual os alunos se deparam com desafios constantes, por meios dos quais buscam regularidades, formulam, testam justificam e refletem a partir de experiências bem-sucedidas ou não, defendendo suas ideias por meio de argumentações e discussões com seus colegas.
Os resultados obtidos nesta pesquisa possibilitaram a construção e apropriação de saberes na área da educação matemáticas voltadas para educação infantil, essa obra é indicada á professores e profissionais do ensino infantil para que possam evoluir no conceito de ensinar matemática as crianças.





REFERÊNCIAS: 

CUSATI, Iracema Campos. O Ensino da matemática na educação infantil: Uma proposta de trabalho com a resolução de problemas. Revista On-line Educação e Fronteiras. Dourados/MG, v.6, n.17 p.5-19, maio/ago.2016. 

RESENHA: Matemática como base para auxiliar o aprendizado de uma alimentação saudável


LAYLA RODRIGUES 
             O artigo científico intitulado de Educação Infantil e a Matemática na Alimentação Saudável, de autoria de Ana Luiza Carniel, Artur Renken, Simone Vieira Schneide e Vaneide Fortunato, publicado na revista Educação Matemática em Revista, ano de 2016, página 43, tem como tratativa estimular a alimentação saudável das crianças na Educação Infantil através de jogos que envolvam o assunto. É com essa forma de brincar e explorar os alimentos que respaldamos situações que podem alcançar o envolvimento dos alunos na prática da boa alimentação através de conceitos matemáticos. Com isso conseguimos influenciar melhores hábitos, bem como o interesse na aprendizagem.

   Ana Luiza Carniel, Artur Renken são alunos da Educação Infantil, Blumenau, Santa Catarina, e Simone Vieira Schneide e Vaneide Fortunato são Professores Orientadores, CEI Profa. Teresa Raquel Sabel de Araújo, Blumenau, Santa Catarina.
   Tendo em vista que na Educação Infantil as crianças têm uma maior sensibilidade para absorção de conteúdos básicos, os autores partem desse ponto para conduzir esse artigo de modo que o educador construa um saber que possibilite as crianças a pensar e refletir sobre seu cotidiano, por meios vivenciados em seu dia a dia. O que tem tornado isso possível, são as atividades lúdicas, que possibilitam que os educandos vivenciem as propostas do professor em sua sala de aula de uma maneira divertida e eficaz.
   Através de uma citação de Kishimoto (2000, p.183), quando diz que brincar é uma atividade cotidiana e que através do brincar ela desenvolve sua maneira de representar a realidade, o artigo cita um projeto que surgiu a partir de outro já existente: a Cesta de Frutas. Esse projeto não só estimula uma alimentação saudável como também acresce propostas que se atentam a construção de conceitos, tendo como fim, promover essa boa alimentação e conscientizar os professores que seu dever é mediar as informações para que ajude aos alunos a criarem bons hábitos.

    Nessa atividade exploraram-se as diferentes frutas trazidas pelas famílias, dando oportunidade a todas as crianças de conhecerem e degustarem todas elas, enquanto observam suas diferenças. Através das formas, tamanhos e preparo de receitas que elas possam ser utilizadas, foram compreendias funções matemáticas, além de mais tarde, ouvirem um pouco sobre a boa alimentação para refletirem os hábitos alimentares.
   Para finalizar, os autores tiveram a conclusão de que a matemática está presente em diversas situações cotidianas, e quando se envolve a ludicidade em suas propostas, o professor obtém melhores resultados, pois seus alunos compreendem de maneira mais dinâmica, até mesmo conceitos que para eles eram maçantes e complicados, como a matemática e a alimentação. Quando bem trabalhado, o objetivo consegue ser alcançado pois prendem a atenção dos alunos que sempre estarão dispostos a novas descobertas.
   Este artigo é indicado para acadêmicos e docentes de Pedagogia, assim como auxiliam também os gestores escolares.





REFERÊNCIA: 

Carniel, Ana Luiza / Renken, Artur / Schneider Vieira, Simone / Fortunato, Vaneide / Educação Infantil e a Matemática na Alimentação Saudável - Educação Matemática em Revista, Blumenau, Santa Catarina.


RESENHA: Unindo o ato de brincar à construção do conhecimento


                                             LAYLA RODRIGUES
      
      O artigo científico intitulado de Brincando também se aprende: jogos matemáticos como facilitadores da aprendizagem infantil, de autoria de Geovanna  França dos Santos e Ruliane dos Santos Andrade, publicado no site Portal.FLFS.edu.br, ano de 2016, trata da apresentação dos jogos matemáticos como um recurso didático eficiente na construção do raciocínio lógico e do conhecimento matemático de crianças da educação infantil, a fim de favorecer meios que as levem a aprender de forma divertida e prazerosa, tendo como principal objetivo mostrar que os jogos matemáticos podem sim facilitar a aprendizagem infantil.
Geovanna França dos Santos e Ruliane dos Santos Andrade são acadêmicas concludentes do Curso de Pedagogia da Faculdade São Luís de França.
   A obra trata a importância da inclusão dos jogos matemáticos no ensino da Educação Infantil como uma forma de facilitar o Ensino- aprendizagem pois, através deles, a criança aprende brincando. Essa é uma forma de estimular o aprendizado. As autoras mostram também que os jogos matemáticos trazem muitos benefícios para o desenvolvimento infantil pois, a partir deles, o professor consegue identificar os alunos que possuem maiores dificuldades em determinados pontos do conteúdo trabalhado, além de fácil percepção do que vem sido absorvido e o que precisa de um pouco mais de prática.

    No artigo, as autoras defendem que o educador deve trabalhar com variados métodos de ensino para encontrar aquele que melhor se adequa à classe à qual leciona. Ele por sua vez, ao explorar da criança os mais diversificados métodos, irá perceber que quando a criança aprende brincando ela recebe a oportunidade de descobrir seus potenciais, o que ocasiona um aumento de sua autoestima e confiança, e se sentirá mais capaz de realizar as tarefas que lhes são destinadas. É de responsabilidade do educador   conduzir as atividades de uma forma que mostre ao educando que a matemática não é um bicho de sete cabeça como parece e que ela pode ser muito divertida
O texto discorre para os parâmetros de que o educador não deve seguir à risca o plano de ensino dado pela instituição em que trabalha. Deve, por sua vez, buscar introduzir a aquele plano, maneiras lúdicas e eficientes de tornar o aluno envolvido e interessado. Os jogos devem ser vistos por ele como um material pedagógico eficiente que ajudam na fixação da aprendizagem e que torna a aula muito mais convidativa.
 Para finalizar, as autoras chegam à conclusão de que o jogo tem o objetivo de tornar o ensino da matemática mais atraente aos olhos das crianças, além de ser uma ferramenta eficaz de grande ajuda para os professores, não só para ensinar, mas também para identificar vários outros aspectos individualmente. O jogo tem o potencial de unir o ato de brincar à construção do conhecimento com excelência. 
Este artigo é indicado para acadêmicos e docentes de licenciatura, assim como auxiliam também os gestores escolares.



REFERÊNCIAS:

SANTOS, Geovanna França dos. ANDRADE, Ruliane dos Santos- A utilização dos jogos e brincadeiras na educação infantil. Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia. Aracaju, SE: Faculdade São Luís de França, 2016.

RESENHA: Educação Infantil e a consciência do poupar


TALITA MOURA

O artigo científico intitulado de Educação financeira como prática pedagógica na Educação Infantil, de autoria de Daniella Flores da Silva, publicado na Revista Eventos Pedagógicos-REP’s, Sinop, v.7, n.3(20. Ed), p. 1056-1067, ago. / dez.2016 trata da importância em abordar o assunto de Educação Financeira na Educação Infantil a fim de conscientizar as crianças desde pequenos sobre as práticas de consumo.
Daniella Flores da Silva, graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação e Linguagem (FAEL), da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Universitário de Sinop. Este artigo é um recorte de seu TCC intitulado como Educação Financeira Infantil e as práticas pedagógicas desenvolvidas por meio do PIBID,
    O texto demonstra a necessidade da família e escola, em conjunto, tratar da educação financeira como forma de promover o consumo consciente desde pequeno. A pesquisa gira em torno de mostrar que é possível abordar esse assunto, mesmo com crianças da Educação Infantil, mais especificamente, na faixa etária entre 4 e 5 anos de uma forma lúdica, usando jogos, materiais recicláveis para simular mercado e Contação de Histórias.
     A autora cita que o Ensino da Matemática, segundo Os Parâmetros Curriculares Nacionais, deve se basear em situações que fazem sentido para o aluno, buscando soluções para essas problemáticas. Diz ainda que é importante estimular a responsabilidade do consumo consciente desde cedo, na infância. Promover bons hábitos e posturas sobre o uso do dinheiro é fundamental para que essas crianças cresçam mais preparadas para poupar. Diz que o assunto foi incluído como multidisciplinar, a partir de 2012, nas escolas públicas do Brasil, do segundo ao nono ano. Considera essa inclusão um grande avanço, porém acredita que essa discussão deve ser feita na Educação Infantil.

     O artigo enumera várias abordagens para a Educação Financeira. Destaca a importância de demonstrar que tudo o que se compra tem um custo. Os pequenos precisam saber a diferença entre querer e precisar, mostrando que há produtos que são comprados pelo simples fato do consumo e não porque realmente é necessário.
     A autora sugere que os pais pensem em rodízios com os brinquedos para que não fique tudo à disposição e estimulem as brincadeiras de criação com materiais recicláveis. Diz também do consumo unido, que inclui a criança nas compras de supermercado para ajudar na compreensão dos gastos em casa.
Concluiu, durante a pesquisa, que é possível trabalhar Educação Financeira na Educação Infantil, usando a linguagem apropriada para a idade. Constatou que abordar esse assunto estimula hábitos melhores, não somente de controle de gastos, mas também de consumo consciente de água, energia e alimentos. Enfatiza que conscientizar uma criança é ter um adulto responsável no futuro.
O artigo é indicado a docentes, estudantes e familiares.



 REFERÊNCIA:

 SILVA, Daniella Flores da. Educação Financeira como Prática Pedagógica na Educação Infantil. Revista Eventos Pedagógicos-REP’s, Sinop, v.7, n.3(20. Ed), p. 1056-1067, ago. /dez.